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ALERTA VERMELHO DE PROTECÇÂO CIVIL: Chuva Vento forte e Agitação marítima

ALERTA VERMELHO DE PROTECÇÂO CIVIL: Chuva Vento forte e Agitação marítima

A Protecção Civil da Maia informa a população da possibilidade de existência de condições meteorológicas adversas e extremas a partir de hoje, devido à passagem dos efeitos do ex-ciclone Henri. Podera chuver mais de 100mm em 24 horas.

Segundo informações do INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA prevê-se a partir da madrugada de amanhã, dia 15, e até ao final do dia 16 chuva forte e persistente passando a regime de aguaceiros por vezes fortes e acompanhados de trovoada com possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de vento com rajadas da ordem de 70 a 90 km/h. É esperada agitação marítima com ondas de W/SW com 4 a 5 metros passando gradualmente a ondas de NW.


Uma depressão com origem no ex-ciclone tropical Henri, centrada no início do dia de hoje, 14 de Setembro 2015, a norte dos Açores, irá aproximar-se da Corunha na madrugada do dia 15, dirigindo-se para o Golfo da Biscaia durante a tarde. Neste trajecto irá verificar-se uma descida acentuada dos valores da pressão, atingindo o valor mais baixo, inferior a 980 hPa, no Golfo da Biscaia no início da tarde do dia 15.
Os efeitos desta depressão no território do Continente irão prolongar-se até ao final do dia 16, originando precipitação forte e vento intenso as regiões a norte do Mondego.
As maiores quantidades de precipitação irão ocorrer no Minho, Douro Litoral e Beira Litoral, na tarde de 15 e noite de 16, onde poderão ultrapassar 100mm em 24 horas.
O vento forte começará por atingir as regiões do litoral Norte, na manhã do dia 15, e depois as regiões do interior Norte e Centro, prolongando-se até ao final da manhã do dia 16, afectando com menor intensidade a região Sul. Rajadas de vento da ordem de 90km/h atingirão a generalidade das regiões a norte do Mondego, prevendo-se rajadas superiores a 110 km/ nas terras altas.
Esta depressão irá causar agitação marítima forte na costa ocidental portuguesa a norte do Cabo Raso.


Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
• Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
• Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
• Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
• Danos em estruturas montadas ou suspensas;
• Queda de árvores e estruturas soltas;
• Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
• Eventuais dificuldades com embarcações e possibilidade de acidentes junto à costa devido à agitação marítima;
• Instabilização de terrenos em taludes associada à precipitação.

A Protecção Civil recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção e precaução, tomando especial atenção:
• Às informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e indicações, da Proteção Civil e das Forças de Segurança;
• À desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, como bueiros, algerozes e caleiras, e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculo ao livre escoamento das águas;
• A adopção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias ou com a redução da visibilidade e ao não atravessamento de zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
• À circulação ou estacionamento em áreas arborizadas tendo especial atenção à possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
• À adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
• Não praticar actividades relacionadas com o mar ou nas zonas costeiras, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos, passeios à beira-mar e não estacionar veículos na orla marítima.

DEVIDO AO FACTO DE SER A PRIMEIRA OCORRÊNCIA DE PRECIPITAÇÃO FORTE APÓS O VERÃO DEVERÁ TER-SE ESPECIAL CUIDADO COM A POSSIBILIDADE DE INUNDAÇÕES RECORDA-SE QUE TODOS ESTES CENÁRIOS PODEM SER PREVENIDOS SE, ATEMPADAMENTE, FOREM TOMADAS MEDIDAS QUE ANULEM OU MINIMIZEM OS SEUS EFEITOS.


14-Sep-2015 às 15:04, redacção

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