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LIGA: FC do Porto à "antiga" vence Braga apenas aos 94 minutos

LIGA: FC do Porto à "antiga" vence Braga apenas aos 94 minutos

Com o lançamento inesperado de Rui Pedro que entrou em modo Kelvin, o FC do Porto lá conseguiu marcar ao fim de 4 jogos seguidos sem golos, e com isso ultrapassar o adversário desta noite e assim ficar a 4 pontos do Benfica e a 2 do Sporting.

Aparte todas as outras curiosidades que o jogo envolvia, especialmente após a derrota da véspera do Benfica que abria portas à aproximação dos seus mais diretos perseguidores, entre os quais os adversários desta noite, e logo após o Sporting já ter feito a sua parte, ficando a apenas dois pontos do líder, era o regresso de José Peseiro ao Dragão, desta feita aos comandos da equipa para quem havia perdido no final da época passada a final do Jamor, precisamente como treinador da equipa agora visitada e sua adversária.

Nuno Espírito Santo, começou com uma troca de Alex Telles por Layún, na esquerda da defesa, enquanto mantinha o resto da equipa com os mais recentes e habituais titulares.

Por sua vez os Guerreiros do Minho, apresentaram-se em campo dispostos a defender o nulo, quase não importunando Iker Casillas durante toda a partida. É certo que ajudou jogar contra 10 a partir dos 34 minutos com a expulsão de Artur Jorge por falta sobre André Silva, que deu origem a penalty apontado por este, mas defendido por Marafona, numa sequência que viria a ser quase uma maldição para os portistas até final.

De facto e sobretudo a partir daí o protagonista passou a ser o guardião Bracarense, com a ajuda de alguns postes, de alguma ineficácia e precipitação dos avançados da casa.

Valeu a aposta em Rui Pedro, um jovem da formação azul e branca, com apenas 18 anos que em jogo de estreia na primeira liga, entrou, jogou com classe e já com 94 minutos de jogo, arrancou para a baliza contrária, sem receio, sem tremer, e não falhou no momento decisivo, acabando por permitir a vitória da sua equipa, e o que pode ser um princípio de recuperação para os Dragões, na edição desta liga que começava a parecer perdida.

Para José Peseiro, a vitória do FC do Porto é merecida “pela capacidade que teve que para nos empurrar. Há dois jogos. Um até aos 35 e depois com apenas 10 a avalancha do Porto produziu foi diferente e superior. O Penalty só se marca em Portugal e não noutros países. Na minha opinião não seria penalty. Na segunda parte fomos guerreiros, mas o Porto foi bem melhor e não tivemos capacidade para chegar à baliza do porto, mas defendemos muito e com alguma felicidade. É verdade que jogamos com 10 mas o Porto jogou bem. Há que reconhecer. “

Por sua vez Nuno Espirito Santo que apareceu na sala de imprensa bastante atrasado, ditou: “Vivi como todos vivemos este momento com uma explosão de alegria, foi uma sensação de alegria e de justiça face ao que se passou em campo. Sobre a falta de Depoitre, não abandonamos nenhum jogador mas cabe-nos a nós interpretar os momentos. Partíamos para este jogo com a mesma intenção de todos os jogos. Temos sido uma equipa dominadora com produção ofensiva, mas continuamos a ter que melhorar esse aspeto. Festejar com o Dragão a vitória de hoje, em estamos mais perto da liderança, é muito importante para nós. Quarta-feira há Champions, outro jogo decisivo. A aposta no Rui foi uma decisão com antes foi com o André. É tirar partido do que temos, o Porto não são individualidades, é a força do conjunto.  Aqui, o talento tem que ser potenciado e vai chegar!”

 

 

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04-Dec-2016 às 0:13, Francisco Bacelar

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