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“Maia em Primeiro”, segue a “Sempre pela Maia”

“Maia em Primeiro”, segue a “Sempre pela Maia”

No passado dia 25 de Maio, a carismática e acolhedora Quinta da Casa das Tílias, em Gueifães, Cidade da Maia, foi o local escolhido pelas concelhias do PSD e do CDS para apresentarem o acordo de coligação para as próximas eleições autárquicas que dec

Presentes estiveram os presidentes das Comissões Políticas Concelhia do PSD e do CDS, respectivamente, António Silva Tiago, e Manuel Oliveira e ainda Bragança Fernandes e Álvaro Castello Branco, respectivamente na qualidade de presidente da Comissão Política Distrital do Porto do PSD e do CDS, que assinaram o Acordo de Coligação.
Quiseram ainda marcar presença órgãos distritais e concelhios do PSD, CDS, JSD e JP; os Vereadores da coligação da CM Maia; o presidente da Assembleia Municipal; presidentes de Juntas de Freguesia; e candidatos a Juntas de Freguesia.
«Exija o Original evite a Cópia»
Manuel Oliveira, como referimos, presidente da concelhia da Maia do CDS, disse no seu discurso que é a «renovação de um compromisso para com os maiatos», lembrando que os mais velhos diziam que «a Maia há 40 anos não era nada» e que hoje há obra feita por esta coligação, lembrando que a Maia é «é um dos 20 melhores em ofertas de emprego; um dos 10 em novos residentes, dos que têm maior empregabilidade na Economia Verde, que Exporta mais que Importa; um dos cinco que mais investe em tecnologia, tem a mais alta taxa de valorização de resíduos na AMP e 25% de formação superior da sua população, bem acima dos 15% da média nacional».
Fazendo um pouco de história o líder centrista disse que «em Setembro, quando iniciamos as conversas, foi fácil, sabíamos que Silva Tiago seria a pessoa certa e que assim fazia todo o sentido continuar», disse acrescentando que quer para a Maia «competência, uma visão de futuro ambiciosa e uma transição serena, que se traduz nesta candidatura».
Agradeceu o trabalho anterior de Bragança Fernandes garantindo que «a história lhe fará a justiça devida».
Terminou com um slogan utilizado noutras campanhas, mas que «se adequa ao momento. Exija o Original evite a Cópia», numa clara referência a outra candidatura.
Ao Maia Hoje Manuel Oliveira disse que «esta coligação envolve boas pessoas, coligação de continuidade, que querem o melhor para a Maia. Um bom resultado seria os maiatos confiarem novamente na coligação e darem-nos a confiança renovada para que se continue a cumprir o plano politico e servir os maiatos», referiu.
Colocar os interesses da Maia à frente dos partidos
Silva Tiago no seu discurso, aproveitou para agradecer e anunciar o médico António Joaquim Sousa e Silva como o mandatário da coligação “Maia em Primeiro”, também de continuidade dado que já tinha exercício aquelas funções há várias eleições.
Começou por reforçar a facilidade no entendimento «uma coligação pautada por conversas abertas e francas, onde os interesses dos maiatos foram colocados à frente dos partidos, um exemplo de como estar numa autarquia» que para o autarca é como uma «segunda família».
Disse ter «orgulho da caminhada feita até aqui» e estar ciente da «enorme responsabilidade em suceder a Bragança Fernandes», numa coligação «onde estarão os melhores e onde haverá também independentes mas sem que ninguém renegue a coligação e os seus princípios».
Terminou com a convicção que «vamos vencer porque temos um património legado de Vieira de Carvalho e Bragança Fernandes», prometendo em nome da continuidade «dar o meu melhor» e disponibilizar-se para «acolher os contributos de todos».
Ao MaiaHoje o candidato da coligação disse que foi «um entendimento fácil, efectuado por dois partidos irmãos, próximos de confiança, gastamos pouco tempo a chegar a entendimento e mais a discutir ideias para o bem da Maia. Um bom resultado seria ganhar com maioria a Câmara e ganhar as Juntas todas. Ainda não tenho a lista fechada, creio que será fácil chegar a esse objectivo, haverá bom senso, conheço as pessoas e será fácil resolver», disse sem divulgar mais pormenores.
Estamos aqui para dar um grande terceiro presidente à Maia
O presidente da Distrital do CDS, Álvaro Castelo Branco, começou por cumprimentar as concelhias por «apesar das naturais diferenças, terem chegarem a um consenso», porque «estamos aqui para dar um grande terceiro presidente à Maia».
Lembrou entre outras que foi na Maia que «nasceu o conceito de Tecnologia e Desenvolvimento, que se desenvolveu a Consciência Ambiental» e que «A Maia, orgulhosamente, apesar do peso dos concelhos vizinhos, nunca foi dormitório do Porto».
Bragança Fernandes com o maior discurso do evento, levou cerca de 10 minutos a agradecer individualmente as presenças, destacando a relevância e agradecendo o trabalho de cada um, com especial enfase nos «28 anos de Luciano Gomes como presidente da Assembleia Municipal, que se os maiatos assim o entenderem terei o prazer de substituir», completando os agradecimentos ao mandatário Sousa e Silva e ao director de campanha, Hernâni Ribeiro.
Para o ainda presidente da CM Maia «Silva Tiago é um companheiro ao longo dos 28 anos e que saberá continuar o bom trabalho que temos efectuado. Tiago será o novo presidente da Câmara, e eu estarei ao seu lado nos bons e maus momentos», disse.
Agradeceu aos presidentes de junta pelo trabalho efectuado, anunciando que haverá cinco novos candidatos às juntas, sendo que um deles será Ilídio Carneiro que se recandidata após um interregno de um ano.
Agradeceu à equipa de vereadores «sempre unida e leal para comigo, até porque sem união não há vitória. A Maia é um sucesso porque há união no executivo», diz, continuando que «Levo os problemas para casa e tento no dia seguinte fazer a paz, porque é disso que se trata bom-senso e consenso».
Para Bragança Fernandes «soubemos poupar para dar aos que mais precisam» e economicamente evoluímos «estávamos na lista dos maus pagadores e agora pagamos a 4 dias», disse acrescentando que «somos os primeiros no Ambiente, nos Parques, no Desporto onde temos a pratica diária de cerca de 14.000; temos cerca de 22.000 empresas, muitas que sabendo do nosso sucesso nos procuram ainda diariamente; contribuímos com 3% do PIB Nacional; quando atravessamos a Crise, há 4 anos, passamos um pouco ao lado, fizemos acordos com IPSS’s, poupamos para gastar quando foi preciso», disse a terminar.

Ana Sofia Silva
Manuel Jorge Costa
 (Fotografia) 

06-Jun-2017 às 15:51, Ana Sofia Silva

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